sexta-feira, 30 de abril de 2021

Legends - As Aventuras do Esquadrão Atari!

 Fonte:
https://dcheroesrpg.fandom.com/wiki/Esquadr%C3%A3o_Atari
Canal Coleção em Ação Show no You Tube


Esquadrão Atari

Esquadrão Atari' (Atari Force no original) foi o nome de duas séries de quadrinhos publicadas pela DC Comics, de 1982 a 1986. Ambas foram livremente baseadas na marcas comercial da Atari, Inc.


Histórico

O Esquadrão Atari teve 2 versões; a primeira era de revistas em formatinho distribuídas como brindes nos cartuchos dos jogos Defender, Berzerk, Star Raiders, Phoenix, e Galaxian. A segunda foi publicada (vendida) no formato "comic book" (17 x 26 cm) pela DC Comics.

O Esquadrão Atari original foi uma equipe de seres humanos de diferentes nações que utilizam a nave multi-dimensional Scanner Um para procurar um novo planeta para a humanidade habitar como a Terra estava enfrentando a devastação ecológica. O time foi escolhido a dedo por A.T.A.R.I. (Advanced Technology and Research Institute), e consistiu de Martin Champion como comandante da missão, Lydia Perez como piloto e diretor executivo, Li-San O'Rourke como agente de segurança, Mohandas Singh como engenheiro de vôo, e Dr. Lucas Orion como oficial médico. Uma criatura alienígena semi-consciente chamado Hukka mais tarde ingressou como mascote do time. A segunda equipe, formada cerca de 25 anos após a primeira, também foi liderada por Martin Champion. Ele estava convencido de que o inimigo da equipe original, o Destruidor das Trevas, ainda existia. Embora ele estava correto, a maioria do resto da humanidade não acreditar, mas humorada ele devido a seu status heróico na liderança com sucesso a Força Atari original para encontrar Nova Terra. Outros membros da equipe incluíram Christopher "Tempest" Champion, filho de Martin Champion e Lydia Perez; Erin "Dart" Bia O'Rourke-Singh, filha de Mohandas Singh e Li-San O'Rourke; Hukka; Morféia, uma empata insectoide; Bebê , uma criança alienígena de imenso tamanho e força, e Pakrat, um roedor ladrão humanóide. Adições posteriores à equipe foram Blackjak, amante humano de Dart, Taz, um pequeno guerreiro alienígena e Kargg, o ex-subordinado-chefe do Destruidor das Trevas.


No Brasil

A Editora Abril publicou a segunda série no grupo nos títulos em Heróis em Ação e Superamigos, (ambas as revistas em formatinho).

Membros (primeira formação)

Martin Champion

Lydia Perez

Li-San O'Rourke

Mohandas Singh

Dr. Lucas Orion

Hukka



Membros (segunda formação)

Formada 25 anos depois da primeira, esta formação é em sua maioria descendentes da primeira formação.


Christopher "Tempest" Champion

Erin "Dart" Bia O'Rourke-Singh

Martin Champion

Hukka

Morphea

Bebê

Pakrat

Tardios:

Blackjak


Link do Vídeo no YouTube


Agradecimentos ao Coleção em Ação Show
#colecaoemacao #esquadraoatari #atari #dccomics #anos80


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Amácio Mazzaropi

 Fontes: Google e Wikpédia

Amácio Mazzaropi (São Paulo9 de abril de 1912 — São Paulo13 de junho de 1981) foi um atorhumoristacantor e cineasta brasileiro.

Considerado o maior cômico do cinema brasileiro, foi o primeiro artista que ficou milionário fazendo filmes no país. Suas produções foram fenômeno de público por mais de três décadas, estaria na data desta postagem , 09/04/2021, completando 109 anos.

Biografia

Filho de Bernardo Mazzaropi, imigrante italiano e Clara Ferreira, brasileira nascida em Taubaté (São Paulo), filha de imigrantes portugueses da ilha da Madeira[3].

Com apenas dois anos de idade sua família muda-se para Taubaté no interior de São Paulo, onde estavam seus avós maternos.[4] O pequeno Amácio passava longas temporadas no município vizinho de Tremembé, na casa do avô materno, o português João José Ferreira, exímio tocador de viola e dançarino de cana-verde. Seu avô também era animador das festas do bairro onde morava, às quais levava seus netos que, desde cedo, entram em contato com a vida cultural do caipira, que tanto inspirou Mazzaropi.[1]

Em 1919, sua família volta à capital e Mazzaropi ingressa no curso primário do Colégio Amadeu Amaral, no bairro do Belém. Bom aluno, era reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las, tornando-se o centro das atenções nas festas escolares. Em 1922, morre o avô paterno e a família muda-se novamente para Taubaté, onde abrem um pequeno bar. Mazzaropi continua a interpretar tipos nas atividades escolares e começa a frequentar o mundo circense. Preocupados com o envolvimento do filho com o circo, os pais mandam Amácio aos cuidados do tio Domenico Mazzaroppi, em Curitiba, onde trabalhou na loja de tecidos da família.[1]

Já com quatorze anos, em 1926, regressa à capital paulista ainda com o sonho de participar em espetáculos circenses. Finalmente entra para a caravana do Circo La Paz. Nos intervalos do número do faquir, Mazzaropi conta anedotas e causos, ganhando uma pequena gratificação. Sem poder se manter sozinho, em 1929 Mazzaropi volta a Taubaté com os pais, onde começa a trabalhar como tecelão, mas não consegue se manter longe dos palcos e atua numa escola do bairro.[1]

O teatro, o rádio e a televisão

Com a Revolução Constitucionalista de 1932, segue-se uma grande agitação cultural e Mazzaropi estreia em sua primeira peça de teatro, chamada A herança do Padre João. Já em 1935, consegue convencer seus pais a seguir turnê com sua companhia e a atuarem como atores. Até 1945, a Troupe Mazzoropi percorre muitos municípios do interior de São Paulo, mas não há dinheiro para melhorar a estrutura da companhia.

Com a morte da avó materna, Dona Maria Pita Ferreira, Mazzaropi recebe uma herança suficiente para comprar um telhado de zinco para seu pavilhão, podendo assim estrear na capital, com atuações elogiadas por jornais paulistanos. Depois, parte com a companhia em turnê pelo Vale do Paraíba. A grave situação de saúde de seu pai complica a situação financeira da companhia de teatro e, em 8 de novembro de 1944, morre Bernardo Mazzaroppi.

Dias após a morte de seu pai, estreia no Teatro Oberdan ao lado de Nino Nello, sendo ator e diretor da peça Filho de sapateiro, sapateiro deve ser, acolhida com entusiasmo pelo público.

Em 1946, convidado por Dermival Costa Lima, da Rádio Tupi, estreia o programa dominical Rancho Alegre, encenado ao vivo no auditório da emissora no bairro do Sumaré e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Em 1950, este mesmo programa estreou na TV Tupi, mas agora contava com a coadjuvação dos atores João Restiffe e Geny Prado. Mazzaropi tinha um hobby, gostava de cantar valsaMPB e seresta com os seus amigos.



O cinema

Convidado por Abílio Pereira de Almeida e Franco Zampari, Mazzaropi estreia seu primeiro filme, intitulado Sai da Frente, em 1952, rodado pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, onde produziria mais dois filmes. Com as dificuldades financeiras da Vera Cruz, Mazzaropi faz, até 1958, mais cinco filmes por diversas produtoras.

Naquele mesmo ano, vende sua casa e cria a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi) e passa não só a produzir, mas distribuir os filmes em todo o Brasil. A primeira obra da nova produtora é Chofer de Praça.

Em 1959, é convidado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni, na época da TV Excelsior de São Paulo, a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, Jeca Tatu, que estreia nos cinemas no ano seguinte.

Em 1961, Mazzaropi adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação, que produziria seu primeiro filme em cores, Tristeza do Jeca, que foi também o primeiro filme veiculado na televisão, pela Excelsior, conquistando o prêmio de melhor ator coadjuvante, para Genésio Arruda, e melhor canção.

Cinco anos mais tarde, lança o filme O Corintiano, recorde de bilheteria do cinema nacional. Em 1972, é recebido pelo então presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, ao qual pede mais apoio ao cinema brasileiro. Em 1973, produz Portugal, minha saudade, com cenas gravadas no Brasil e em Portugal.

No ano seguinte, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico, uma oficina de cenografia e um hotel para os atores e técnicos. A partir de então produz e distribui mais cinco filmes até 1979.





Morte

Seu 33º filme, Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre, vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos de idade no hospital Albert Einstein de São Paulo. Foi sepultado na cidade de Pindamonhangaba, no mesmo cemitério onde seu pai já repousava. Nunca se casou, mas, segundo declarações de seu filho André Mazzaropi, nutriu durante a vida um amor platônico pela apresentadora e amiga Hebe Camargo; deixando também cinco filhos adotivos: Péricles Moreira (1943-?), Pedro Francelino de Souza (1954-2009), João Batista de Souza (1953-1983), Carlos Garcia (1942-2008) e André Luiz Mazzaropi.

Museu Mazzaropi

Inaugurado em 1992, o Museu Mazzaropi está localizado na mesma propriedade dos antigos estúdios,
recolhendo a história da carreira de um dos mais consagrados nomes do cinema, do teatro e da televisão brasileiros.

Filmografia

Em três décadas, Mazzaropi participou de trinta e duas produções cinematográficas, as primeiras como ator, mas a partir de 1958, também como produtor. Faleceu antes de completar seu trigésimo terceiro filme, intitulado Maria Tomba Homem.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Algumas Atrizes gatas nas series Ultra

Fonte: Internet, Wikipedia, Blogs, You Tube 

Não vi todos os seriados da família ultra, mas as gatas que eu acho são: No Ultraseven, a Yuriko Hishimi, a Anne Yuri, e agora em minha opinião mais duas da Serie Ultraman Tiga, a Renna Yanase (Takhami Yoshimoto), Yoshimoto é a filha mais velha de Susumu Kurobe, que interpretou Shin Hayata na série Ultraman de 1966 e a Capitã Megumi Iruma, a atriz Mio Takaki, que também é cantora.

Comente aqui mais atrizes dessas series que vocês acham lindas!



Yuriko Hishimi, a Anne Yuri (Ultraseven)



Da Serie Ultraman Tiga, a Renna Yanase (Takhami Yoshimoto), Yoshimoto é a filha mais velha de Susumu Kurobe, que interpretou Shin Hayata na série Ultraman de 1966



Também da Série Ultraman Tiga, Capitã Megumi Iruma, a atriz Mio Takaki, que também é cantora.


domingo, 4 de outubro de 2020

Outras Curiosidades e Bizarrices Automobilísticas!

 Fonte: Site Bol


Segue mais algumas Curiosidades e em alguns casos, bizarrices mesmo, que algumas montadoras, instalaram nos carros para alavancar vendas de alguns modelos.


Holden Commodore 1987: máquina de fax no console central

Será que faria sentido uma máquina de fax em um carro? A marca australiana Holden tentou isso nos anos 1980 e também não colheu muitos frutos. 



Honda CR-V 1997-2001: Chuveiro

Além de uma mesa de piquenique, o CR-V da primeira geração tinha como opcional uma bomba de 12 volts que levava água de um reservatório a um chuveiro para lavagem rápida de itens sujos, como botas enlameadas. Certamente um dos opcionais mais bizarros de todos. 


Jeep CJ 1975-1986: interior em jeans da Levi?s

Foi possível por mais de uma década ter um Jeep com acabamento interno de calça jeans. Curiosamente deu certo por um tempo, mas terminou caindo em esquecimento assim como todas as outras bizarrices desta lista. 





Chevrolet Corvette C3 1977-1981: pacote de reboque

O Corvette já foi oferecido um pacote de reboque ZN1. Por um adicional, a GM equiparia seu C3 com uma suspensão mais forte, um alternador de alta amperagem, um radiador atualizado e um engate de reboque para cerca de 907 kg de peso bruto. A Chevrolet conseguiu vender apenas 3.964 pacotes ZN1 em cinco anos. 


Chryslers dos anos 90: o VisorPhone

Telefones automotivos eram a moda nos carros executivos dos anos 90 e a Chrysler entrou nessa. Entretanto, hoje em dia - com as mudanças na infraestrutura de telecomunicações - este opcional não pode ser utilizado. 

GMs de 1969: líquido para ajudar na tração dos pneus

Apenas cerca de 2.600 pessoas escolheram personalizar seus carros com este item, que em inglês tinha o nome de corrente líquida para tração. Com um botão, duas latas pressurizadas apontadas para as rodas traseiras borrifavam um polímero nos pneus, o que supostamente aumentava a tração na neve. 


sábado, 6 de junho de 2020

Carros com os maiores motores

Fonte: Uol


Se a indústria automotiva no momento busca cada vez mais diminuir seus motores e deixa-los mais eficientes para controlar as emissões, já houve um tempo em que isso não era uma preocupação. E mesmo fazendo um carro se tornar pesado demais ou pouco econômico, fabricantes investiam pesado no conceito em nome do desempenho. Veja aqui alguns dos principais exemplos na história:


The Beast (27,0 litros)

Um chassi foi especialmente concebido para a construção desta monstruosidade. O proprietário colocou nele um propulsor V12 de 27 litros da Rolls-Royce utilizado em aviões. Em 1970, quando foi construído, o modelo de 1.000 cv se tornou o carro de rua mais potente de todos os tempos, chegando a quase 300 km/h. Os tempos mudaram, mas suas arquitetura continua sendo bastante peculiar. 





Cadillac Eldorado (8,2 litros)

O Eldorado foi lançado em 1953, mas foi sendo atualizado ao longo dos anos e em 1970 teve seu motor aumentado para 8,2 litros, produzindo modestos 400 cv. Obviamente, o propulsor acabou sendo estrangulado pelas leis nos anos seguintes devido a sua alta emissão. Em 1976, o motor dispunha de apenas 190 cv. 



Michelin PLR

Pensado para ser um protótipo de carro para testar compostos de pneus, o PLR da Michelin era baseado no Citroën DS, tinha dois motores Chevrolet big block e nada menos que dez rodas. Ele pesava 9.500 kg e foi apelidado de centopeia. 



quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Baú Desenhos Animados Zillion

Fonte: Wikipédia

Zillion

Zillion, cujo título original completo é Akai Kōdan Zillion (赤い光弾ジリオン?), é um anime originalmente transmitido entre 12 de abril a 13 de dezembro de 1987 pela Nippon Television, no Japão. Foi produzido pela Tatsunoko Production em parceira com a Sega.


abertura do desenho